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UPA Matriz faz 45 mil atendimentos em um ano de funcionamento

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Publicado em: 18/05/2015 15:20:00

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 horas Matriz completou, neste fim de semana, um ano de funcionamento, período no qual prestou mais de 45 mil atendimentos, sendo 5,7 mil somente no mês de abril.

Fruto de uma parceria entrea Prefeitura de Curitiba e Universidade Federal do Paraná, a UPA funciona dentro do Hospital de Clínicas da UFPR e é administrada pela Fundação Estatal de Atenção Especializada em Saúde de Curitiba (Feaes). Para a UFPR, a unidade permitiu o aumento do atendimento ambulatorial e para o Município, a possibilidade de utilizar a estrutura desse conceituado hospital para a abertura da nova unidade de atendimento 24 horas.

Nesta segunda-feira (18), uma cerimônia foi realizada na UPA para marcar o primeiro ano de funcionamento. O secretário municipal de saúde, Adriano Massuda, relembrou que as conversas para a instalação da UPA no Hospital de Clínicas começaram no início de 2013 e, além da viabilidade econômica da implantação – para a construção e implantação de uma UPA são necessários R$ 8 milhões e a reforma no HC custou cerca de R$ 200 mil -, a unidade foi importante para fortalecer as relações institucionais entre poder público e a UFPR.

“Além de ser bem localizada, conseguindo atender os casos de urgência e emergência da região central, ela contribui para o crescimento e fortalecimento das políticas públicas e de outras parcerias, como é o caso do telessaúde, em que médicos das unidades de saúde trocam informações com neurologistas do hospital, qualificando o atendimento e diminuindo o tempo de espera por consultas com especialistas”, disse Massuda.

O superintendente do Hospital de Clínicas, Flávio Tomasich, disse que a instalação da UPA aconteceu em um momento de dificuldade operacional da instituição. “Chegamos a realizar 50 atendimentos ao dia e hoje, só na UPA, são mais de 250. Isso é fundamental para um local responsável pela formação de novos profissionais. A instalação da UPA junto ao HC nos resgatou como hospital escola”, disse Tomasich.

Estrutura

O convênio firmado pela Secretaria da Saúde com a universidade foi para a cessão do espaço físico, cerca de 2 mil metros quadrados, que funciona no subsolo e primeiro andar do Hospital de Clínicas. A unidade conta com dez consultórios médicos, sendo seis para adultos e quatro para pediatria, além de 20 leitos, divididos em sete femininos, sete masculinos, um para alto risco, um para isolamento e quatro de curta permanência.

Para colocar em funcionamento toda a estrutura, foram contratados 200 profissionais por meio da Feaes, entre médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, outros profissionais de saúde e equipe administrativa.

“Das nove unidades 24 horas de Curitiba, a UPA Matriz é a mais voltada para urgência e emergência, já que a procura por atendimento de casos que podem e devem ser resolvidos nas unidades básicas é menor que nas outras. Além disso, foi a primeira unidade a contar com a assistente social para o acolhimento dos usuários, colaborando para o atendimento mais humanizado e de melhor qualidade”, ressaltou Gustavo Schulz, diretor da Feaes.

“Contamos com residentes na UPA, prezamos pelos estudos e isso qualifica o serviço prestado. No início nos debatíamos com coisas pequenas e apenas um ano depois já discutimos protocolos de atendimento e servimos como exemplo para outras unidades”, contou o coordenador da UPA Matriz, Fábio Dias.

O Hospital de Clínicas ficou como referência para internamentos adultos e infantis dos pacientes atendidos na UPA e que necessitam de atendimento hospitalar. Exames de análises clínicas, diagnóstico, endoscópicos e de imagens são compartilhados, mas o hospital é remunerado nestes casos.

A unidade é referência para atender os casos de urgência e emergência dos moradores atendidos pela regional Matriz – Bom Retiro, Ahú, Cabral, Centro Cívico, Juvevê, Hugo Lange, Jardim Social, São Francisco, Alto da Glória, Mercês, Alto da XV, Bigorrilho, Centro, Batel, Rebouças, Cristo Rei, Jardim Botânico e Prado Velho.

 

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O carnaval está no sangue, ou melhor, na doação de um pouco dele

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O carnaval está no sangue. É com esse lema que o Hospital de Clínicas (HC) da UFPR quer sensibilizar a população para correr ao Biobanco da instituição.

Em média, as doações caem de 30% a 40% nos períodos de festas, segundo informações do diretor do Hemepar, Paulo Roberto Hatschbach. Por outro lado, é bem nesta época que a demanda por doações sobe, devido ao aumento do número de acidentes de trânsito.

O Hemepar - que atende todo o estado do Paraná - conseguiu reverter essa tendência no Natal e ano novo, quando a taxa de doações manteve-se na média, graças à conscientização da população. Já no HC, a taxa de janeiro caiu de uma média mensal de 1,2 mil doações para cerca de 950 mensais .

Os tipos sanguíneos mais necessários são os grupos A e O, e os mais raros são AB, A e O negativo, segundo o HC. Outro agravante são os prazos dos componentes do sangue, em especial das plaquetas, que só podem ser mantidas em estoque por até cinco dias.

Como doar - Em Curitiba, é possível doar nos bancos dos hospitais de Clínicas, do Trabalhador, Erasto Gaertner, Nossa Senhora das Graças e na Santa Casa de Misericórdia. Contato com o Hemepar pode ser feito pelo 0800-645-4555.

Walter Alves / Gazeta do povo

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Autorizados concursos para hospitais universitários do Paraná e Pelotas (RS)

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ConcursoQuinta, 20 de Novembro de 2014 às 17:41

 

20.11.2014 FACHADA DO HOSPITAL UNIVERSITARIO DE PELOTASOs hospitais das universidades federais do Paraná (UFPR) e de Pelotas (UFPel) poderão contratar novos profissionais de diferentes especialidades. A autorização para a contratação, por meio de concurso público promovido pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), vinculada ao Ministério da Educação (MEC), foi publicada na edição desta quinta-feira, 20, do Diário Oficial da União.

As contratações vão permitir a regularização de parte da força de trabalho que atua nos hospitais, com vínculos considerados irregulares pelos órgãos de controle, bem como permitir que os hospitais universitários ofereçam condições para a formação profissional de qualidade e para o desenvolvimento científico e tecnológico. Além disso, possibilitarão a ampliação e a melhoria dos serviços de saúde prestados à população por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

Para o Hospital das Clínicas da UFPR (HC-UFPR), a previsão é de um aumento de 65% de leitos e de 33% da força de trabalho por concurso público a ser promovido pela Ebserh; para a Maternidade Victor Ferreira do Amaral, a previsão é de aumento de mais de 100% das vagas ofertadas atualmente; e no Hospital Universitário de Pelotas (HU-UFPel), o quadro profissionais poderá chegar a um aumento de mais de 80%, com a previsão da duplicação do número de leitos. A quantidade de vagas, bem como as áreas profissionais previstas nos concursos serão divulgadas nos editais previstos para serem publicados ainda no primeiro semestre de 2015.

Contratações

A recomposição do quadro de pessoal é uma das medidas dos planos de reestruturação apresentados pela Ebserh às instituições de ensino durante o processo de adesão à empresa. A partir da autorização do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, a Ebserh e a superintendência de cada hospital definem os cargos necessários para, em seguida, publicar os editais de seleção.

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Reitoria confirma compromisso e garante empregos dos trabalhadores Funpar-HC por oito anos, até suas aposentadorias

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11 de novembro de 2014 / Por Assessoria de Comunicação Social
 
 

Os 916 trabalhadores Funpar-HC parabenizaram a Reitoria e o Ministério Público do Trabalho pelo acordo. Foto: Ana Assunção/ACS da UFPR.

O reitor da UFPR (Universidade Federal do Paraná), Zaki Akel Sobrinho, cumpriu hoje um dos mais importantes compromissos assumidos desde o início da sua gestão, em 2008: a garantia de emprego aos 916 trabalhadores da Funpar lotados no Hospital de Clínicas do Paraná por oito anos, quando todos estarão aposentados.

Isto foi possível de duas formas. Primeiro, por meio da assinatura de acordo judicial com o procurador Ricardo Bruel da Silveira, do Ministério Público do Trabalho, que garante o emprego dos servidores por cinco anos, quando 60% estarão aposentados. Este acordo extingue ação civil que tramitava na Justiça do Trabalho e determinava a demissão dos trabalhadores. Além disso, cláusula estabelecida no Acordo Coletivo de Trabalho firmado entre a Funpar e os trabalhadores – a pedido da Reitoria – garantirá mais três anos de emprego ao grupo, quando os demais 40% terão tempo de serviço suficiente para se aposentar.

Zaki Akel disse que a conquista significa um grande avanço não apenas para os trabalhadores Funpar, mas também para o Hospital de Clínicas e para a comunidade. “Na nossa gestão, nós garantimos quatorze anos de estabilidade aos trabalhadores da Funpar – seis no nosso mandato e mais oito hoje”, comentou. “Foi uma promessa que assumimos no início do nosso mandato e que estamos cumprindo agora, mostrando que honramos nossa palavra e valorizamos nossos servidores. Foi uma vitória do diálogo, que possibilitará aos nossos colaboradores trabalhar melhor e com mais tranquilidade, sem a espada que ameaçava os empregos de todos”.

O reitor também elogiou Ricardo Bruel. “O procurador revelou uma sensibilidade ímpar com os trabalhadores e com o HC”, disse. E lembrou que a conquista só foi obtida por meio de muito esforço e da superação de alguns percalços. “Esta promessa foi cumprida com muito suor, sempre na defesa dos interesses dos trabalhadores, da UFPR, do HC e da Maternidade Victor Ferreira do Amaral, que continuarão a prestar um serviço de qualidade à população”.

Impasse resolvido

Zaki Akel Sobrinho e Ricardo Bruel, na assinatura do acordo: fim do impasse beneficia HC, Maternidade Victor Ferreira do Amaral e a comunidade. Foto: Ana Assunção/ACS da UFPR.

A Reitoria havia reiterado o compromisso de manter os servidores nos seus empregos pelo menos outras três vezes: nas duas sessões do Conselho Universitário que aprovaram a cogestão com a Ebserh, em 28 de agosto e 8 de outubro, bem como na reunião do Conselho de Planejamento e Administração que chancelou o contrato com a empresa, no último dia 29. O contrato entre a UFPR e a Ebserh foi assinado em Brasília, em 30 de outubro.

Além de confirmar este compromisso, o acordo também encerra as acusações infundadas de que o contrato de cogestão do HC e da Maternidade com a Ebserh (empresa pública criada pelo Governo Federal para gerir os cinquenta hospitais universitários brasileiros) significaria a demissão dos trabalhadores.

O procurador Ricardo Bruel da Silveira explicou que o acordo não soluciona todos os problemas do HC, mas resolve um impasse antigo. “O acordo garantirá tanto aos trabalhadores quanto à direção do hospital tranquilidade para que continuem a desempenhar suas funções com responsabilidade e espírito público”, comentou.

O vice-reitor da UFPR, Rogério Mulinari, disse que a conquista foi resultado de muitos anos de esforço da Reitoria, do Ministério Público, da diretoria do HC, da Funpar e do Conselho Universitário. “Foi uma luta difícil, que resultou do esforço de muitos, mas é na adversidade que crescemos”, ponderou Mulinari.

Servidores elogiam acordo

A assinatura do acordo foi testemunhada por um grupo de servidores Funpar-HC, que elogiaram a Reitoria e o Ministério Público do Trabalho. “Nós vivemos um momento único hoje, graças ao esforço do reitor Zaki Akel e do procurador Ricardo Bruel. O acordo nos dá tranquilidade para continuar trabalhando no HC sem o risco de sermos demitidos. Mas que fique claro que não foi o Sinditest que garantiu este acordo. Foi a corrente do bem que fizemos. E fizemos sem pensar apenas nos nossos empregos”, comentou, emocionada, Rosemari Nunes Ferreira, assessora da Diretoria-Geral do HC e funcionária do hospital há 26 anos. Outra servidora que elogiou o acordo foi Rosemary de Oliveira. “O acordo tirou a espada que tínhamos sobre nossas cabeças. Todo ano, tínhamos receio de sermos demitidos. O acordo acaba com isto”, comentou.

Concurso em 2015

O acordo foi assinado no gabinete do reitor Zaki Akel Sobrinho, em Curitiba. Foto: Ana Assunção/ACS da UFPR.

O diretor-geral do HC, Flávio Tomasich, também elogiou o acordo. “Todos se uniram para resolver o problema. Mas não foi fácil pedir para os trabalhadores manterem o ânimo com a espada que pairava sobre suas cabeças. Espero, agora, que o acordo possa resolver de vez todos os problemas do HC”, disse.

O procurador jurídico da Funpar, Luiz Abagge, afirmou que a Reitoria e o Ministério Público do Trabalho sempre procuraram ajudar os servidores. “O reitor Zaki Akel Sobrinho foi o capitão desta conquista. Sua liderança no processo foi essencial para o sucesso do acordo. E o procurador Ricardo Bruel sempre se dispôs a resolver o problema dos servidores. Ele compreendeu a grandiosidade do HC e deu sua contribuição para que todo o processo de adesão à Ebserh fosse possível, em benefício de todos”, comentou.

A UFPR realizará concurso público para a contratação de 2063 novos colaboradores do Hospital de Clínicas e da Maternidade Victor Ferreira do Amaral até abril de 2015. Para que recebam treinamento adequado, os aprovados no concurso serão chamados em grupos de cem por mês, a partir de julho. Todo o processo deve ser concluído em dois anos.

 

Por Aurélio Munhoz

 

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No Outubro Rosa, mulheres são convocadas a fazer exames de câncer de mama e colo de útero

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A Secretaria Municipal da Saúde espera aumentar em cerca de 70%, em outubro, o número de exames para detecção de câncer de mama e do colo do útero, em relação à média dos outros meses. Uma série de ações de conscientização acontecerá ao longo de todo o mês, como parte da programação do Outubro Rosa, que visa chamar a atenção para a importância dos exames preventivos e do diagnóstico precoce. O lançamento da programação aconteceu na manhã desta quarta-feira (1), na Rua XV de Novembro, numa parceria entre Prefeitura de Curitiba, governo do Estado, Associação Comercial do Paraná (ACP) e empresas privadas.

A expectativa é que sejam realizados 13 mil exames em outubro – 73% acima da média mensal, que é de 7.500 exames. O tradicional evento de conscientização sobre o câncer de mama, que acontece anualmente na Boca Maldita, está marcado para o dia 15 de outubro.  

O câncer de mama é o que mais acomete mulheres em todo o mundo. De acordo com o Instituto do Câncer (Inca), estima-se que em Curitiba serão detectados este ano 910 novos casos. “É fundamental chamarmos as mulheres a refletirem e a fazerem do preventivo uma rotina, para detectar precocemente a doença e ter sucesso no tratamento”, ressaltou a secretária municipal da Mulher, Roseli Isidoro.

“Este é o quarto ano que nos envolvemos no Outubro Rosa e cada vez notamos mais interesse e vontade do empresariado em nos ajudar a divulgar a importância dos exames e de se tratar precocemente esta doença”, disse o presidente da ACP, Antonio Miguel Espolador Neto.

Colo de útero

A Secretaria Municipal da Saúde vai aproveitar a atenção despertada pelo Outubro Rosa para conscientizar também sobre o câncer de colo do útero. As equipes das 109 unidades de saúde irão fazer busca ativa de mulheres com mais de 50 anos de idade que há mais de cinco anos não realizam o exame preventivo para detectar o câncer de colo de útero.

De acordo com o secretário municipal de Saúde, Adriano Massuda, todos os anos ocorrem na capital paranaense cerca de 50 mortes por câncer de colo de útero. “A estimativa é que 90% das mortes por câncer no colo de útero sejam de mulheres com mais de 50 anos, que muitas vezes deixam de coletar material para o preventivo. É fundamental que estas mulheres vão à unidade de saúde para fazer o exame”, alerta Massuda.

A porta de entrada para realização dos exames, como mamografia, sempre são as unidades de saúde. Quando a paciente faz a mamografia e recebe o diagnóstico positivo da doença, ela é encaminhada para um dos cinco hospitais de referência para o tratamento em Curitiba (Erasto Gaertner, Evangélico, São Vicente, Santa Casa e Hospital de Clínicas).  “É importante ressaltar que não há fila de espera nem para realizar o exame nem para o tratamento”, frisa o secretário.

Curitiba iluminada

A estufa do Jardim Botânico, assim como a Praça do Japão, Rodoviária e o prédio da Cohab, se iluminaram de cor de rosa na noite desta terça-feira (30), para marcar o início do Outubro Rosa, um mês de atividades dirigidas à prevenção do câncer de mama.

A Urbs também está participando da campanha com a divulgação de cartazes sobre o tema. Pelo menos 2 mil cartazes estão sendo afixados em ônibus, estações tubos e terminais. levando a mensagem da prevenção aos cerca de 2,3 milhões de passageiros transportados por dia.

Na tarde de terça-feira, a Secretaria da Mulher estacionou o ônibus Lilás (unidade móvel de atendimento à mulher) no Jardim Botânico, iluminado com a cor rosa, para levar informações sobre a campanha do Outubro Rosa de prevenção do câncer de Mama e sobre os direitos da mulher. Integrantes do Programa Pró Jovem da Secretaria Municipal da Educação montaram um ateliê de maquiagem, servidores da Secretaria Municipal do Abastecimento levaram a unidade móvel de segurança alimentar e nutricional e distribuíram o suco “rosa” (melancia, cenoura e limão). Alunos do curso de massoterapia do Instituto Federal do Paraná ofereceram sessões de massagens para as mulheres.

 

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