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Anvisa quer explicações sobre falta de medicamento

Data da Notícia: 
29/07/2014 - 08:10
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HC
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GLICONATO

 

Publicado em 29/07/2014 | 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai pedir explicações ao laboratório Isofarma pela dificuldade que hospitais encontram na hora de comprar o medicamento gliconato de cálcio. O suplemento intravenoso é utilizado no tratamento hospitalar de pacientes com deficiência nos índices de cálcio no organismo. A agência reguladora diz que a Secretaria de Saúde do Paraná (Sesa) relatou ao órgão federal que está tendo dificuldades para comprar o produto.

O problema de abastecimento dos estoques do remédio começou a ocorrer depois que a Anvisa suspendeu quatro lotes de gliconato (ou gluconato) de cálcio 10% da Isofarma. Esses lotes, conforme informou a agência em nota, foram produzidos em 2013. “O motivo específico da suspensão foi a presença de material estranho com flocos escuros”, informou a Anvisa, sem detalhar do que era composta essa matéria estranha.

A Isofarma é responsável por 80% do abastecimento do mercado brasileiro de gliconato de cálcio, mas não informou nenhum problema à vigilância sanitária. “A Anvisa não recebeu nenhuma comunicação dos fabricantes sobre descontinuação de fabricação temporária ou definitiva ou redução na quantidade fabricada que possa causar desabastecimento”, diz a nota.

A agência também disse que o Ministério Público Federal solicitou informações sobre o desabastecimento. Foi esse fato que motivou a Anvisa resolver que vai solicitar informações à Isofarma sobre descontinuação de fabricação temporária ou definitiva ou redução na quantidade fabricada. A Anvisa também não descarta importar o medicamento de outros países, caso seja necessário.

Evangélico

O Hospital Evangélico, em Curitiba, um dos principais do Paraná, confirmou ontem que estava sem gliconato de cálcio no estoque por não conseguir comprar o produto. A instituição está há 20 dias sem o suplemento, mas que nenhum atendimento foi interrompido por causa disso. Outros remédios são utilizados para substituir o produto, conforme informou a instituição de saúde. Segundo a Sesa, nenhum hospital da rede administrada pela pasta está sem o medicamento. O mesmo informou o Hospital de Clínicas. Os hospitais do grupo Marista (Cajuru, Marcelino Champagnat, Maternidade Alto Maracanã, Santa Casa de Curitiba e Unidade Intermediária de Crise e Apoio à Vida) informaram que estas unidades ainda possuem estoques do gliconato de cálcio.

A reportagem entrou em contato com o laboratório Isofarma, mas as atendentes disseram não poderiam repassar o telefone direto dos responsáveis. Até o fim da tarde de ontem, ninguém do laboratório retornou o contato.

 

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UFPR promove a “VII Jornada do Departamento de Clínica Médica”

Data da Notícia: 
28/07/2014 - 14:50
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28 de julho de 2014

UFPR promove a “VII Jornada do Departamento de Clínica Médica”

Por Sonia Loyola
 
 

A UFPR está promovendo a “VII Jornada do Departamento de Clínica Médica do Setor de Ciências da Saúde/UFPR” e, simultaneamente, a “II Jornada Multiprofissional de Atenção à Saúde do Adulto e do Idoso”. Os eventos serão realizados nos dias 19 e 20 de setembro, também em comemoração ao centésimo aniversário da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Paraná. A ideia é o promover o debate de temas ligados à saúde, a partindo do enfoque da medicina translacional contemporânea: área que visa aproximar e transferir a pesquisa para a prática clínica, em benefício prioritário dos pacientes. Inscrições e informações no site http://www.jornadaclinicamedica.com.br.

Na pauta, a abordagens de temas como “Idosos Longevos”; “Segurança do Paciente”; “Bulimia e Anorexia”; Reabilitção Cardiovascular; Diabetes e outros assuntos de interesse na área. Estarão presentes proferindo palestras profissionais de Nutrição; Terapia Ocupacional; Psicologia; Medicina; Enfermagem e Fisioterapia. Os trabalhos científicos poderão ser inscritos somente até o dia 15 de agosto próximo e deverão ser enviados para o e-mail: inscricaotrabalho.jornadapsai@gmail.com. O resultado dos trabalhos selecionados será divulgado até o dia 27 de agosto.

 

 

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Opinião: Hospital de Clínicas

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Data da Notícia: 
28/07/2014 - 08:38
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Hospital de Clínicas

É bom lembrar que a adesão à Ebserh não é uma saída. É uma manobra do governo federal para não contratar funcionários via concurso público, direitinho, como determina a lei. E, por conseguinte, não se comprometer a oferecer condições de trabalho dignas aos novos profissionais, numa espécie de terceirização.

Guilherme Allan de Carvalho Ribeiro

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Opinião: Saúde

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25/07/2014 - 08:35
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Saúde

O Ministro da Saúde, em seu artigo “Mais Médicos: resultados incontestáveis” (Gazeta, 23/7), nos dá a entender que não conhece os reais problemas na área de saúde de nosso país. Quando será que ele vai investir de fato na saúde de nosso país, como na solução da crise do Hospital de Clínicas? Chega de demagogia.

Jair Alvino Jodas

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Pesquisa sobre alergia a pólen busca pessoas para fazer testes

Data da Notícia: 
28/07/2014 - 08:32
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ESTUDO

28/07/2014 | 00:20 | 

O Serviço de Alergia e Imunologia do Hospital de Clínicas da UFPR está conduzindo uma pesquisa clínica sobre alergia a pólen. Os interessados em participar do estudo, com idade acima de 18 anos e sintomas alérgicos nasais e oculares principalmente durante a primavera, podem entrar em contato pelo telefone (41) 3208-6500, entre 7h30 e meio-dia. Os voluntários serão submetidos a testes cutâneos de leitura imediata em doses escalonadas por puntura no antebraço com extratos de pólen. Serão colhidas amostras de sangue para determinação de anticorpos IgE para esses alergênios. O grau de reação aos testes permitirá estabelecer um padrão de potência do extrato alergênico em teste

 

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Mais Médicos: resultados incontestáveis

Data da Notícia: 
23/07/2014 - 08:29
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ARTIGO

Publicado em 23/07/2014 | 

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O Programa Mais Médicos para o Brasil está completando um ano. Nesse período, ofereceu 14.462 médicos para 3.785 municípios e os 34 distritos de saúde indígena, enfrentando de forma inequívoca a escassez desses profissionais em grandes centros urbanos, pequenos municípios, quilombolas, sertão nordestino, Vale do Ribeira, populações ribeirinhas, entre outras, que nunca contaram ou não conseguiam fixar médicos. Profissionais que estão garantindo atendimento a 50 milhões de brasileiros que eram privados do acesso à atenção básica e obrigados a percorrer grandes distâncias para realizar uma simples consulta, mas que agora encontram atendimento nos postos de saúde próximos de suas casas.

Os impactos são incontestáveis. Estudo preliminar em mais de 2 mil municípios mostra que o atendimento cresceu 35% na comparação entre janeiro de 2013 e janeiro de 2014. As consultas a diabéticos aumentaram 44%; as de pré-natal, 11,3%; e o encaminhamento a hospitais caiu 21%.

Além de estender o acesso, o programa provoca melhorias na qualidade e humaniza o atendimento, com médicos que criam vínculos com seus pacientes e com a comunidade. Na área de infraestrutura, mais de 6,8 mil postos de saúde foram construídos, reformados ou ampliados, e 19,2 mil estão em obras ou ação preparatória em todo o país.

São resultados que fazem com que o Mais Médicos obtenha o apoio de 74,8% dos brasileiros, segundo pesquisa divulgada em abril deste ano, apesar do forte bombardeio que recebeu de alguns setores desde a sua criação. Ele está mudando a vida das pessoas que mais utilizam o SUS.

O cerne do programa, entretanto, é a reestruturação em definitivo da formação médica – até 2017, serão 11,4 mil novas vagas de graduação em Medicina e 12 mil de residência, criadas em municípios que não contam com faculdades de Medicina. Formando médicos com qualidade, atingiremos a meta de 2,7 médicos por mil habitantes e daremos mais um passo em busca de uma saúde universal, integral e equânime no Brasil.

Arthur Chioro é ministro da Saúde.

 

Jair Alvino Jodas 4 dias

O Sr. Ministro da Saúde nos dá a entender que não conhece os reais problemas na área de saúde de nosso País. Acabo de ler no Jornal Gazeta do Povo, de hoje, 23.07.14, a seguinte notícia: " Se o Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (UFPR) resolvesse o déficit de 1.540 funcionários, a instituição teria condições de mais que dobrar o número de consultas ambulatoriais realizadas por mês ? de 3 mil para 8 mil ?, superando inclusive o que é pactuado com o município de Curitiba (5 mil).(...).Então Sr. Ministro quando vamos investir de fato na saúde de nosso País. Chega de demagogia.
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Reuniões debatem futuro do Hospital de Clínicas do Paraná

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24/07/2014 - 18:33
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http://pr.ricmais.com.br/ric-noticias/videos/reunioes-debatem-futuro-do-...

 

Privatização?

Reuniões debatem futuro do Hospital de Clínicas do Paraná

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HC afirma que novo contrato emergencial está dentro da lei

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25/07/2014 - 08:04
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Da Redação

Ontem à tarde, o Hospital de Clínicas da UFPR divulgou uma nota de esclarecimento sobre a matéria publicada, no mesmo dia, na Gazeta do Povo que revelou que uma nova contratação emergencial de médicos anestesiologistas feita pela instituição custará 300% a mais que a anterior. A reportagem também mostrou que os médicos da especialidade que atuavam anteriormente no hospital pediram ao Ministério Público Federal que investigue o caso para verificar se não houve superfaturamento ou mesmo fraude no processo de contratação – além de valores maiores, os donos das empresas que participaram do certame têm relações de amizade e familiares.

Na nota, o HC diz que, como é de conhecimento público, enfrenta limitações de atendimento provocado pela falta de recursos humanos, dentre os quais, os médicos anestesiologistas e que precisou usar o recurso do contrato emergencial, previsto em lei, “como alternativa para dar continuidade à manutenção da realização de um quantitativo de cirurgias”.

A instituição também diz que “realiza esse tipo de contratação há nove anos, aproximadamente” e que a Cooperativa Paranaense dos Anestesiologistas (Copan), que prestava o serviço até o mês de maio, não pôde participar do certame emergencial por falta de documentação.

Reforça que o novo contrato é mais caro porque contempla mais profissionais e procedimentos e que “todo processo de contratação seguiu as leis vigentes e as boas práticas da administração hospitalar, independentemente do descontentamento de alguns profissionais em relação ao resultado.”

A nota ressalta ainda que o “HC tem seus processos auditados de forma constante pelos órgãos competentes TCU, CGU e a própria auditoria interna da Universidade”. E finaliza destacando que a necessidade de contratação de recursos humanos, em todas as áreas, poderá ser sanada com a adesão à Ebserh

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Hospital de Araucária estaria fechado há uma semana; Prefeitura nega

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24/07/2014 - 18:08
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SAÚDE
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CONFUSÃO

O fechamento seria causado pelo rompimento do contrato entre a prefeitura e a empresa que operava o hospital. Transição tem gerado problemas e funcionários não sabem se vão receber os salários

24/07/2014 | 18:08 | 

 

A partir desta quarta-feira (23) a administração do Hospital Municipal de Araucária, na região metropolitana de Curitiba, passa a ser de responsabilidade do Instituto Bio Saúde. A troca na gestão, de acordo com a Prefeitura do município, ocorreu por causa da má administração da empresa Pró Saúde, anterior responsável pelo local.

De acordo com uma funcionária que preferiu não ter o nome revelado, o Hospital Municipal está fechado desde a última quarta-feira (16). “Está fechado há uma semana, sem atender emergências. Só a maternidade está atendendo”, conta a funcionária. “O ambulatório, o pronto socorro, o centro cirúrgico, não está nada funcionando”, denuncia.

Prefeitura Municipal de Araucária, no entanto, nega que o hospital tenha fechado as portas. De acordo com a assessoria de imprensa, houve a troca da empresa gestora por má gestão do espaço. Segundo a Prefeitura, os médicos estavam há cinco meses sem receber os salários, faltavam medicamentos, insumos, alimentos para os pacientes e o atendimento era precário. Por isso o contrato com a Pró Saúde foi encerrado.

Incerteza

Os 123 médicos e os 430 funcionários do Hospital Municipal seguem na incerteza sobre o recebimento do pagamento pelos serviços prestados. A Pró Saúde alega que não vai pagar os salários de julho, bem como as rescisões contratuais, porque a Prefeitura de Araucária deve cerca de R$ 13 milhões à empresa.

A prefeitura, por outro lado, nega a dívida e afirma que repassava mensalmente R$ 2,8 milhões à administradora do hospital. Ainda segundo a administração municipal, a Prefeitura tem como provar que não deve o valor alegado pela empresa.

Os funcionários serão demitidos e recontratados pela nova empresa, Instituto Bio Saúde, mas a incerteza sobre o pagamento do que é devido ainda permanece. “Quem está respondendo por nós? Ainda não sabemos se vamos receber salário, se vamos receber o retroativo, nada”, afirma a funcionária.

Sindicato

O sindicato que representa os trabalhadores, o Sindesc, afirmou que já está tomando providências para garantir os pagamentos. “Vamos entrar com uma ação coletiva para os trabalhadores não perderem nenhum centavo”, garante o diretor do Sindesc, Ciro José Batista da Silva. De acordo com ele, a ação coletiva é contra a Pró Saúde e contra a Prefeitura de Araucária.

A Prefeitura de Araucária informou que deve tomar alguma medida, porém, não disse qual será ela. Apesar disso, os passivos trabalhistas continuam sendo de responsabilidade da Pró-Saúde que deverá fazer a quitação dos mesmos dentro do prazo legal.

Instituto Bio Saúde

A empresa, de Mogi das CruzesSão Paulo, foi habilitada em um processo licitatório e ficará responsável por toda a gestão do hospital a partir de agora. A companhia ficou em segundo lugar na licitação, atrás apenas da Pró Saúde, cujo contrato foi rompido. 

 

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